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Mirai integra-se com a plataforma de pagamentos PAYCOMET

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Seguindo o nosso objetivo de oferecermos a mais ampla variedade de opções, a Mirai associou-se à PAYCOMET, uma plataforma de pagamentos muito inovadora e altamente especializada nas necessidades do setor hoteleiro. Esta integração permitirá aos hotéis e estabelecimentos turísticos a plena adaptação à PSD2, assim como o cumprimento da norma PCI. A solução está aberta a contratação por parte de todo o tipo de empresas, em qualquer âmbito geográfico.

 

Além de, evidentemente, permitir a cobrança de reservas diretas no momento com o seu avançado TPV virtual, a PAYCOMET oferece uma série de funcionalidades e serviços que aumentam as possibilidades da plataforma de pagamentos. Entre essas caraterísticas e serviços, destacam-se:

Geração de tokens de cartões: os dados dos cartões são guardados encriptados, pelo que as possibilidades de acesso aos mesmos diminuem. Tal facilita o cumprimento da norma PCI, além de permitir a cobrança de taxas sem ter o cliente presente.

Controlo de fraude: Potentes ferramentas de gestão da fraude, baseadas em regras de scoring, algoritmos avançados, automatização e relatórios.

Apoio especializado: Pode contactar a sua equipa interna de peritos.

Painel de controlo: Com a PAYCOMET terá à sua disposição uma extranet onde pode gerir as cobranças, assim como fazer um seguimento do estado de todas as operações.

Validação de cartões: Uma das necessidades específicas e habituais do setor hoteleiro é a de garantir as reservas de pagamento direto, nas quais não se efetua pagamento exceto em caso de no-show. Esta operação estará brevemente disponível na integração da Mirai com a PAYCOMET.

Métodos de pagamento alternativos: Além dos cartões de crédito e débito, a PAYCOMET aceita inúmeros métodos de pagamento, tanto locais como internacionais, como Bizum, Giropay, Ideal, Klarna ou PayPal. Em breve, estes e outros sistemas de pagamento estarão disponíveis através da integração com a Mirai.

Há mais de 10 anos que a PAYCOMET inova no campo das cobranças e, desde 2018, que pertence ao grupo Banco de Sabadell. Opera sobretudo no âmbito europeu, embora preste serviço a hotéis de todo o mundo. Se for do seu interesse, contacte diretamente a PAYCOMET.

 

A Mirai integra-se com a Sipay como plataforma de pagamento para hotéis

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No nosso percurso recente na incorporação das melhores soluções de cobrança para hotéis, concluímos a integração com a Sipay, uma importante plataforma que satisfaz as necessidades não só de cobrança, mas também da validação de cartões como garantia, sem necessidade de realizar uma cobrança e com a incorporação de formas de pagamento alternativas tais como Paypal e Bizum, sempre cumprindo com a PCI e PSD2.

Caso tenha interesse na sua contratação, contacte diretamente com a Sipay: sipay@sipay.es

A Sipay apresenta assim a integração realizada, com as suas próprias palavras:

A Sipay é a plataforma de pagamentos espanhola com mais de 25 anos de experiência e que garante valor ao utilizador durante todo o processo de pagamento.

Contamos com grandes clientes de âmbito nacional e internacional que pertencem a diferentes sectores de atividade, nos quais melhoramos a experiência do utilizador e ajudamos a aumentar as vendas graças a soluções que transformam o pagamento num processo praticamente invisível. Além disso, a ampla oferta de métodos de pagamento alternativos aos cartões, faz com que a confiança do consumidor final aumente no momento de pagar as suas compras.

Como ajudamos o comércio a cumprir as normativas PSD2 e PCI DSS?

Com a recente entrada em vigor da PSD2, surgem muitos desafios e perguntas em torno do sector turístico pela complexidade do seu funcionamento, no qual intervêm inúmeros intervenientes e onde se realizam transações de diferentes tipos e espécies. Algumas delas são as denominadas MO/TO (Mail Order / Telephone Order), a cobrança de “no shows” ou as reservas realizadas com cartões empresariais. Tudo isto implica um grande desafio para a implementação da SCA (Strong Customer Authentication) que gere menos fricção para o utilizador, pelo que contar com um especialista na matéria será fundamental.

Com um amplo conhecimento sobre o sector dos meios de pagamento e as normas que se aplicam ao mesmo, na Sipay conseguimos que a adaptação da PSD2 traga consigo mais oportunidades do que ameaça para as empresas, procurando a convivência do cumprimento da norma, a segurança e a experiência do utilizador e ajudando as empresas a aumentar as suas vendas e a converter os utilizadores em clientes habituais.

Ao mesmo tempo, apostamos a cada novo ano na renovação da certificação PCI DSS na sua última versão. Atualmente contamos com 24 soluções certificadas pelo mais alto padrão de segurança no sector dos meios de pagamento na sua última versão.

O que oferece a Sipay ao sector hoteleiro?

As cadeias hoteleiras devem ter ao seu alcance um processador de pagamentos que se adapte às necessidades do seu negócio. Graça à integração da Sipay com o motor de reservas da Mirai, o sector turístico terá ao seu dispor uma solução unificada perfeita para levar a cabo as cobranças no dia-a-dia da venda direta dos hotéis.

Assim, todos os hotéis que trabalhem com a Mirai terão a possibilidade de oferecer aos seus viajantes o pagamento com o método que prefiram. Com a Sipay, os hotéis podem oferecer múltiplos métodos de pagamento que facilitam e melhoram a experiência do utilizador final, mostrando-lhe o que melhor se adapta às sua necessidades e preferências (desde diferentes tipos, tecnologias, marcas e âmbito geográfico de cartões, até métodos de pagamento alternativos locais tais como Bizum, Wechat Pay e Alipay e globais como PayPal, Amazon Pay, Google Pay e Apple Pay, entre outros).

Para além disto, uma das muitas outras funcionalidades que a Mirai irá oferecer aos seus clientes através da Sipay é a tokenização. Esta solução permite armazenar a informação do cartão durante o processo de pagamento do utilizador de forma segura no motor de reservas, agilizando futuras compras. Em última análise, são possíveis reservas mais simples e rápidas graças a esta tecnologia.

Por outro lado, o sector turístico ao ter clientes provenientes de outros países com moedas diferentes do euro, o DCC (Dynamic Currency Conversion) é outra funcionalidade que permite aos consumidores estrangeiros a possibilidade de pagar na sua própria moeda. Com esta solução, os clientes de todo o mundo sentir-se-ão mais cómodos e seguros no momento de realizar o pagamento.

Em suma, o facto de proporcionar a melhor gestão e tecnologia na cobrança é o objetivo que se persegue com esta aliança estratégica entre a Sipay e a Mirai, centrada na procura pela melhor experiência dos clientes do motor de reservas.

A Mirai incorpora Bitcoin e outras criptomoedas como forma de pagamento

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A utilização de criptomoedas tem disparado nos últimos anos e já são milhões as pessoas que abriram uma carteira para guardar Bitcoin, como jogo ou investimento, e que agora pretendem utilizá-las nas suas compras.

 

Mas a procura de Bitcoin tem um motivo, já que cada vez são mais as empresas que a aceitam. A Tesla, que já permite comprar automóveis com Bitcoin, a Norwegian Airlines ou a Just Eat France são alguns exemplos. Os fundos de investimento como Blackrock ou Fidelity incluíram Bitcoin como opção para os seus portefólios e inclusive administrações públicas como o Município de Miami a aceitam como forma de pagamento. Existem muitos sinais que confirmam que o modelo cripto é seguro e estável, assumindo-se como um novo modelo económico.

Graças à integração da Mirai com a empresa especialista em criptomoedas, Criptan, com o objetivo de aproximar o mundo das criptomoedas ao quotidiano das pessoas, já pode cobrar com Bitcoin e outras criptomoedas na sua página web.

Que vantagens lhe traz aceitar Bitcoin?

  • Distingue o seu hotel do resto que não a aceitam. Os clientes que tenham Bitcoin e queiram utilizá-las, terão mais tendência a escolher hotéis que as aceitem.
  • Distingue o seu canal direto em relação às OTA. Atualmente, nem a Booking.com, nem a Expedia as aceitam, o que é uma oportunidade para si.
  • Aumenta a sua conversão. Quantas mais alternativas ofereça para as reservas, maior será a sua conversão. Para além de criptomoedas, dispõe de várias formas de pagamento alternativas para acrescentar ao seu motor de reservas, tais como Bizum, Paypal ou Alipay.
  • Garanta a cobrança das suas tarifas não-reembolsáveis, já que o cliente não pode reverter a cobrança (chargeback).

 

Com que criptomoedas o cliente pode pagar?

Com Bitcoin (BTC) e em breve com Ethereum (ETH) e USDC. A criptomoeda mais difundida é, sem dúvida, a bitcoin, com uma capitalização de mercado de mais de mil milhões de USD.

Ainda que o cliente pague com criptomoedas, recebo o dinheiro na minha moeda e no meu banco?

Sim. Receberá o seu dinheiro no seu banco e na sua moeda (€ ou USD) como se o cliente tivesse pago com cartão. Os países onde a Criptan lhe pode entregar o dinheiro são: toda a UE, Inglaterra e, dentro de poucos meses, México e toda a América Central.

Se tem conta em Bitcoin, pode receber o montante diretamente em Bitcoin.

A Criptan é compatível com a norma PSD2?

Sim, a Criptan aplica a regulamentação setorial no que diz respeito à lei de serviços de pagamento e encontra-se em contacto contínuo com o Banco de Espanha para a adaptação dos seus sistemas à regulamentação aplicável.

Quanto custa integrar Criptan Pay?

O custo de adesão é zero, assim como o suporte e a manutenção. O hotel pode receber 100% do montante que pretende cobrar em euros, dado que a Criptan nunca cobra nada ao hotel. Assim, a Criptan cobra apenas uma pequena comissão ao utilizador que é paga em criptomoedas. Se o utilizador decidir pagar a partir de qualquer carteira que não a da Criptan, o custo da comissão é de 1,95%, mas se o utilizador pagar a partir da aplicação da Criptan, o utilizador terá um cashback de 50% das comissões.

Da Mirai, como é habitual, não terá qualquer custo nem de instalação, nem de manutenção. Está tudo incluído no nosso serviço integral.

Estou interessado, o que tenho de fazer?

Contacte o seu account manager e este irá explicar-lhe todos os detalhes.

Mirai integra-se com Checkout.com como plataforma de pagamento para hotéis

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A partir de agora, todos os hotéis de clientes da Mirai podem beneficiar da ligação com a plataforma de pagamentos Checkout, de forma a dar resposta a todas as necessidades de cobrança na venda direta derivadas da norma PSD2, para além de poderem aceder a uma grande variedade de serviços relacionados com a gestão de pagamentos, tanto para o cliente final como para o hotel.

A Checkout é um sólido líder mundial que oferece funcionalidades muito interessantes para o setor hoteleiro, como a validação e tokenização sem cobrança, para a garantia de reservas flexíveis, pagamento na divisa do cliente ou várias formas de pagamento alternativas, como Paypal e Sofort, já em funcionamento.

Os interessados devem contactar diretamente com a Checkout para obterem mais informações e para contratação.

Esta é a comunicação redigida pela própria Checkout:

A Checkout.com, prestador de pagamentos líder a nível mundial, assina um acordo com a empresa de tecnologia hoteleira Mirai. A partir de hoje, os mais de 1.200 estabelecimentos hoteleiros da Mirai podem aceder à plataforma da Checkout.com, que oferece o melhor rendimento em operações de pagamentos. Através da integração com a API da Checkout.com, os hotéis têm acesso ao processamento de pagamentos mais rápido e fiável, em mais de 150 divisas, com aquisição no país, filtros de fraude de alta qualidade e uma ampla gama de métodos de pagamento muito conhecidos.

A colaboração oferece aos hotéis uma solução de pagamento perfeita para os clientes, com uma ampla gama de métodos de pagamento a nível mundial, o que permite aos clientes pagar como desejarem. Graças à presença global da Checkout.com, os estabelecimentos comerciais podem aproveitar as oportunidades de crescimento internacional. Para os hotéis com clientes na Europa, o cumprimento dos requisitos 3DS2 é essencial. A plataforma da Checkout.com está otimizada e opera de modo a cumprir com todas as exigências legislativas e é utilizada por milhares de empresas em todo o mundo para obterem uma experiência de pagamento livre de problemas.

Nas palavras de Jacqueline Ulrich, vice-presidente de colaborações de viagens na Checkout.com: “A plataforma de pagamento da Checkout.com permite aos hotéis abordar muitas das suas preocupações urgentes, como aumentar receitas por meio da obtenção de maiores taxas de conversão. Ao oferecer mais formas de pagamento no seu canal direto, os hotéis colocam-se à altura dos canais indiretos, que até agora se focaram na estratégia de aceitação de pagamentos do cliente.

Durante décadas, o setor hoteleiro viu-se prejudicado pelas comissões mistas, que implicam uma falta de visibilidade para a indústria hoteleira. Com os preços transparentes da Checkout.com, baseados em IC++, os hotéis podem ver claramente a distribuição dos custos, o que proporciona uma transparência muito necessária, e podem aproveitar a nossa funcionalidade de comparação para realizar um melhor seguimento e relatório das transações. Esta tecnologia, junto com o impecável serviço de apoio ao cliente da Checkout.com, coloca as nossas empresas hoteleiras na melhor posição para inovar e crescer”.

Mirai integra-se com todos estes processadores de pagamentos que cumprem o PSD2

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Mirai integra-se com todos estes processadores de pagamentos

Por esta altura provavelmente já está a par do que implica a nova norma PSD2. Se ainda tem dúvidas ou quer se certificar de conceitos e consequências, no ano passado publicamos este guia para que lhe sirva de ajuda sobre o que implica, onde encontrará respostas a inúmeras perguntas frequentes de hoteleiros.

Do lado prático, o PSD2 significa que vai ter de contratar um processador de pagamentos que lhe resolva as operações das suas cobranças no dia-a-dia da sua venda direta, isto é, que esteja integrado no seu motor de reservas. Avaliar que processador de pagamentos escolher não é fácil, já que tem de ter em conta muitas variáveis. Escrevemos um guia para lhe facilitar este trabalho e para que possa tomar a melhor decisão para o seu hotel.

Na Mirai já há algum tempo que preparamos este momento: o objetivo é poder oferecer-lhe essa integração necessária não só com um processador de pagamentos mas antes com vários, para que escolho o mais conveniente para a sua situação. As diferentes empresas oferecem diferentes preços e serviços, entre eles alguns tão prometedores como métodos de pagamento alternativo para o cliente. Isso irá permitir-lhe oferecer na sua venda direta pagamentos com Paypal, Apple Pay, Sofort, etc.

Estreamos quatro integrações do mais alto nível, que iremos desenvolver em pormenor quanto ao seu conteúdo e detalhes nas próximas semanas:

CHECKOUT

checkout

www.checkout.com

Checkout.com permite que as empresas se adaptem, inovem e prosperem com os pagamentos online. A sua tecnologia torna-os fluidos. Soluções flexíveis, dados granulares e informação instantânea que ajuda empresas globais a lançarem produtos em novos mercados e a criarem experiências excecionais para os clientes. Proporcione os pagamentos mais rápidos e seguros em mais de 150 moedas, com aquisição no país, filtros de fraude mundiais e apresentação de relatórios através da sua API. Aceite os principais cartões de crédito e débito internacionais, bem como os métodos de pagamento alternativos e locais mais populares. Checkout.com foi lançado em 2012 e atualmente conta com uma equipa de 950 pessoas distribuídas por 14 escritórios em todo o mundo, oferecendo experiência local onde necessário. 

 

SIPAY

sipay

https://sipay.es

A passagem dos pagamentos invisíveis. Garanta aos seus clientes a melhor experiência de pagamento em todos os canais de venda: presencial, online, móvel, telefónico… Soluções para qualquer negócio, em qualquer lugar.

 

PAYCOMET

paycomet

www.paycomet.com

PAYCOMET é uma plataforma de dados avançada que ajuda as empresas a vender e cobrar os seus produtos e serviços em todo o mundo. Ofereça soluções de pagamento para venda online, venda telefónica, venda presencial ou soluções combinadas de venda Omnichannel. Entre os seus clientes, conte com start-ups e pequenos negócios da economia digital, como com grandes empresas, cadeias de retail ou grupos hoteleiros. Em 2018, PAYCOMET foi adquirida pelo Banco Sabadell, passando a fornecer serviços de passagem de pagamentos também aos clientes da entidade.

 

PAYNOPAIN

paynopain

www.paynopain.com

PaynoPain é uma fintech espanhola bem-sucedida que está no ativo desde 2011, dando cobertura a pagamentos à escala global. A empresa põe à disposição dos clientes soluções de pagamento inovadoras, como Paylands, passagem de pagamento com tecnologia especializada no setor hoteleiro, ou o serviço PROXY PCI. A sua assessoria e serviço ajudaram centenas de empresas espanholas a cumprir com a normativa PSD2 e PCI e a automatizar as suas cobranças da forma mais segura.

 

Ao longo do primeiro trimestre de 2021, iremos incorporar também a opção de cobrança com criptomoedas da mão de:

CRIPTAN

criptan

www.criptan.es

Criptan é uma plataforma espanhola que visa aproximar o mundo das criptomoedas para mais perto do dia a dia das pessoas, de forma fácil, rápida e segura. No seu esforço para atingir esse objetivo, lançou uma plataforma pelo meio da qual os seus utilizadores podem comprar, vender, guardar, receber e enviar criptomoedas. Para transformar o mundo cripto em algo tangível, utilizável e que agregue valor real, lançou os seus serviços CriptanCard e CriptanPay. O CriptanCard é um cartão VISA que permite pagar em qualquer estabelecimento do mundo, tanto fisicamente como online, diretamente com criptomoedas ou levantar dinheiro numa caixa eletrónica. E o CriptanPay, um portal de pagamentos para que qualquer empresa aceite pagamentos em criptomoedas, de qualquer parte do mundo, mas receba €s na sua conta bancária. A Criptan segue a filosofia #criptoparatodos, permitindo acesso de forma bastante simples a todas as pessoas que não possuem conhecimentos técnicos.

 

Todas estas plataformas unem-se às que já contávamos até agora e que têm todas as garantias:

REDUNIQ

reduniq

www.reduniq.pt

 

ADDON PAYMENTS

addonpayments

www.addonpayments.com

Comercia Global Payments oferece soluções de pagamento a comércios, tanto para ambientes físicos como virtuais, sendo líder no mercado espanhol do seu setor. Foi criada há dez anos e é um empreendimento comum entre Global Payments e CaixaBank. Para ambientes online, a principal solução é a plataforma de pagamentos ADDON Payments, a qual permite que se conecte com parceiros de soluções tecnológicas hoteleiras, como é o caso de Mirai, para criar uma solução que mitiga os riscos de segurança e operativos e, consequentemente, melhora a rastreabilidade das transações. 

Mais detalhes sobre a nossa integração com Pagamentos Addon aqui. 

 

 REDSYS

redsys

www.redsys.es

 

 

PAYBOX BY VERIFONE

verifone

www.paybox.com

 

Para além disso, contamos com integração com as seguintes plataformas específicas do México e da República Dominicana.

BANCOMER (BBVA MÉXICO)

multipagos-bbva

www.bbva.mx

 

CARDNET (REPÚBLICA DOMINICANA)

cardnet

www.cardnet.com.do

 

Quero um processador de pagamentos, o que tenho de fazer?

Contacte as opções que mais lhe interessem e será informado dos seus serviços e condições. Pode contactar também o seu account manager na Mirai que o poderá ajudar e colocar o problema em foco, bem como ceder-lhe os contactos que necessite. Só tem de ter em conta que não somos especialistas em pagamentos, nem poderemos solucionar perguntas concretas e muito menos fornecer-lhe preços.

Quando tomar uma decisão, mantenha-nos informados para uma configuração correta do processador de pagamentos dentro do seu motor de reserva. Da nossa parte, estamos preparados!

 

Como escolher o melhor processador de pagamentos para a sua venda direta

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A 31 de dezembro de 2020 entra em vigor finalmente o regulamento PSD2, cuja primeira tentativa em setembro de 2019 foi adiada perante a falta de adoção da maioria dos bancos e da indústria em geral. A título de resumo, o PSD2:

  •     Regula as transações online dentro do âmbito europeu: cartão do cliente e banco (adquirente) estão no território da UE. Não se aplica no resto dos casos.
  •     Exige dupla autenticação (SCA ou Strong Customer Authentication).
  •     Sendo a receção do PIN no telefone o meio mais difundido, mas não o único, já que surgem novos meios como o Apple Face ID ou a impressão digital (evoluções trazidas pelo 3DS2).

Já no ano passado escrevemos uma extensa publicação sobre o PSD2 e o impacto na venda direta dos hotéis que recomendamos que releia para conhecer todos os pormenores. Nela falamos do âmbito do PSD2, do significado de SCA, das diferenças entre o 3DS2 e o 3DS1, bem como nas diferentes exceções da regra.

Para onde vamos: tendência nos pagamentos para lá do PSD2 e PCI

Na verdade, o PSD2 é apenas um catalisador de uma mudança na forma de cobrar aos clientes, bem como de armazenar (ou melhor dizendo, deixar de o fazer) cartões de crédito como garantia. O caminho para onde vamos é:

  •       Não guardar nem usar cartões de crédito de clientes

○      Deve deixar de guardar cartões de crédito no PMS, e muito menos sem encriptar. É um risco desnecessário e com cada vez menos garantias para si, já que estará indefeso perante um retrocesso ou chargeback de um cliente.

○      Se, no entanto, guarda os cartões no PMS, deve usá-los de forma segura sem ver a sua numeração através de integrações com plataformas de pagamento.

○      Ambos os pontos o ajudarão a cumprir com a normativa PCI que o setor hoteleiro deverá implementar, mais tarde ou mais cedo (in English), caso ainda não o tenha feito.

  •       Cobrar, validar e tokenizar o cartão segundo o tipo de tarifa

○      As tarifas não-reembolsáveis e o pagamento no momento da reserva serão processados de maneira segura com um gateway de pagamentos fiável, sem impacto na conversão e que, por sua vez, nos garanta o cumprimento do PSD2.

○      Nas tarifas flexíveis e de pagamento no hotel, poderá validar o cartão para garantir que não é fraudulento. Assim, não guardaria o cartão, mas antes um token sobre o qual poderia cobrar a penalização em caso de no-show.

  •       Formas de pagamento alternativas

○      Para além de permitir ao cliente pagar com cartão de crédito, deve começar a oferecer formas de pagamento alternativas muito vinculadas a dispositivos móveis. Alguns exemplos são Paypal, Apple Pay, Amazon Pay, Bizum ou Wechat.

 escolher o melhor processa de acordo com Miraidor de pagamentos

A gestão de cobranças, vantagem competitiva para as OTA

As OTA que cobram ao cliente (modelo merchant) têm uma grande vantagem competitiva sobre a venda direta no que se refere à gestão de cobranças. Falamos principalmente da Expedia (nativa do modelo merchant) e, cada vez mais, da Booking.com, que caminha decididamente para este modelo, afastando-se do seu modelo original agency e onde o cliente paga no hotel diretamente.

Cobrar ao cliente garante às OTAs as seguintes vantagens:

  •     Custos mais baixos: Ao ter escala, suportam custos muito mais baixos que o próprio hotel no seu canal direto.
  •       Mais formas de pagamento aceites:

○      Tipos de cartões: Ao serem players globais, aceitam todos os cartões de crédito existentes e não os clássicos Visa e Mastercard que aceitam muitos hotéis nas suas páginas web. E não falamos só de Amex, mas também de JCB, Diners ou Discover.

○      Formas de pagamento alternativas: Esta mesma escala permite-lhes inovar com todas as formas de pagamento alternativas de cada mercado, incluindo as mais regionais ou próprias de um país (Ideal nos Países Baixos ou Wechat na China).

  •     Capacidade para fazer disparidades: A pré-cobrança ao cliente para depois pagar no hotel garante-lhe o “poder” de fazer disparidades (como fazem e continuarão a fazer).

As OTA encontrarão na norma PSD2 a desculpa perfeita para empurrar para o modelo merchant que tantas vantagens lhes traz. Tirar a complexidade da cobrança aos hotéis adiciona valor, disso não há dúvida, mas esconde duas armadilhas de grande impacto:

  •     Mais disparidades e maior dificuldade de control. O modelo merchant está sempre vinculado à realização de disparidades. Faz parte do seu ADN.
  •     Custos mais elevados para si. Cuidado com os custos derivados, já que os virtual credit cards costumam acarretar um aumento de comissão entre 2% ou 3% segundo o fornecedor.

Um bom processador de pagamentos, o seu melhor aliado

Perante estes três desafios: a entrada em vigor da PSD2, a necessidade de deixar de guardar (e processar) cartões de crédito manualmente e a urgência para reduzir a vantagem competitiva das OTAs, está no momento de pensar em contratar um bom processador de pagamentos ou PSP (ou Payment Service Provider) e integrá-lo no seu motor de reservas.

Um processador de pagamentos que lhe permita alcançar todos os objetivos que tínhamos marcado:

  •     Cobrar de maneira segura as tarifas não-reembolsáveis (os níveis de tarifas não-reembolsáveis voltarão aos seus níveis assim que termine esta crise do Covid-19).
  •     Validar os cartões nas tarifas flexíveis e permitir iniciar uma cobrança mais adiante no caso de no-show ou cancelamento fora de prazo.
  •     Cumprir, portanto, as normas PSD2 e PCI (já que passa de armazenar e processar cartões de crédito a usar tokens).
  •     Oferecer formas de pagamento alternativas para que o cliente possa pagar com a que mais goste ou lhe convenha.

Na Mirai, e seguindo a nossa filosofia, optamos por oferecer aos nossos clientes até onze processadores de pagamentos de garantias para que cada um possa escolher a opção que mais lhe convém e se ajuste às suas necessidades.

integracion-procesadores-pago-mirai

Características que deve procurar no processador de pagamentos ideal

Um processador de pagamentos é muito mais do que uma ferramenta para cobrar reservas não-reembolsáveis. Existem muitas alternativas no mercado e não é fácil escolher. Facilitamos-lhe uma lista a modos de referência, com o intuito de que possa comparar as diferentes propostas. Lembre-se que não deve apenas procurar a melhor opção, mas antes a que melhor se adapte ao seu hotel e esteja integrada nos seus sistemas.

  •     Usabilidade e impacto na conversão. Conseguir que um cliente reserve através da sua página web é difícil. Por outro lado, perdê-lo com uma má experiência de pagamento é muito fácil. Os clientes, especialmente quando estão a pagar, procuram fiabilidade, segurança e previsibilidade (que tudo seja o esperado). Faça com que:

○       O processo de pagamento esteja integrado no de reserva (iframe), sem sair para outra página (redirect).

Iframe payment - reservation proccess Mirai

○      Que seja mantida a imagem, especialmente se én outra página. Por imagem estamos a referir-nos ao seu logótipo, estilos e cores.

○      Que permita cobrar ao cliente na sua moeda. No momento de pagar algo, quase todos preferimos ver a quantia na nossa moeda, especialmente se fomos navegando e escolhendo cada produto nessa moeda. Muitos processadores permitem cobrar em diferentes moedas ao cliente. Outros não. Nestes casos, onde o cliente passa a pagar numa outra moeda, é necessário informar muito bem antes de passar ao gateway, para evitar confusões.

Manter também o idioma no momento do pagamento de acordo com Mirai

○       Manter também o idioma no momento do pagamento. Existem mercados emissores com idiomas diferentes do clássico inglês ou francês. Por exemplo, o sueco, russo ou chinês. Se, no momento de pagar, os leva para uma plataforma que está apenas em inglês ou português, terá um bloqueio na conversão da sua página web.

  •       Uso de cartões de crédito para tarifas não-reembolsáveis.

○       Que tipos de cartão aceita? Pense nos seus mercados emissores e procure os que sejam habituais na origem. Amex nos EUA ou JCB no Japão, são alguns exemplos.

○       Permite a dupla validação ou SCA (Strong Customer Authentication)? Em caso afirmativo, como o faz ou que granularidade lhe permite?

■      Permite-lhe ativá-la por mercado emissor do cartão? Por exemplo em França e Alemanha sim, mas não no Reino Unido e EUA?

■      Pode ativar SCA em transações superiores a uma quantia? Por exemplo, exigir SCA apenas em encargos superiores a 500€?

■      Tem um “modo PSD2” onde “exija SCA em toda a transação dentro do âmbito da UE” mas não para o resto? É a decisão mais conservadora (para quê exigir SCA em mercados onde não é obrigatório e a dupla autenticação não está tão difundida?)

○       Está adaptado ao 3DS2 para fazer a autenticação double-factor ou SCA? O 3DS2 permite muitas mais formas de dupla-validação para além do clássico PIN para o telemóvel. O Apple Face ID, a impressão digital ou mensagens emergentes na app do banco são apenas algumas formas de contemplar o 3DS2 e que conduz a muito melhores taxas de conversão que o anterior 3DS1.

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  •       Aceitação de formas de pagamento alternativas em tarifas não-reembolsáveis.

○       Que formas de pagamento alternativas lhe oferece? Existem muitas, como Paypal, Amazon Pay, Ideal, Sofort (agora Klarna), Apple Pay, Bizum ou Wechat. Solicite uma lista das que estão disponíveis e compare com os seus mercados emissores mais fortes, já que muitas delas são exclusivas de um determinado mercado (WeChat na China ou Sofort em países de língua alemã e Reino Unido).

○       Aceita o pagamento com criptomoedas como Bitcoins? Ainda é um mercado pequeno, mas em auge, e dispôr desta forma de pagamento poderá ser uma vantagem competitiva.

  •       Validação e tokenização de cartões nas tarifas flexíveis

○       Pode validar se o cartão existe e que não é fraudulento sem fazer uma cobrança? Evitará todas as reservas falsas que são tão incómodas e tantos problemas causam.

○       Permite aplicar a dupla autenticação (SCA) sobre estes cartões?

○       Permite tokenizar o cartão de forma a não armazenar os números de cartão, mas antes tokens? Evitará assim os riscos que isso implica e ficará protegido de potenciais retrocessos ou chargebacks.

○       Permite cobrar em caso de no-show ou cancelamento fora de prazo? É o que se chama MIT ou Merchant Initiated Transaction. Dado que não tem a numeração do cartão, terá de iniciar uma cobrança sobre esse token, se aplicável.

  •       Operações disponíveis no painel de controlo

○       Permite-lhe fazer reembolsos a partir do seu painel de controlo? e também reembolsos parciais?

○       Permite-lhe iniciar uma transação (uma cobrança) sobre um token já autorizado pelo cliente ou MIT? Nesse caso informe-se quanto aos limites desta operação (até quando o pode fazer? até que quantia?)

○       Permite-lhe agendar cobranças? Se tem tarifas com cobranças parciais em determinadas datas, dispor desta alternativa é importante para si. Nem todos os processadores o permitem.

○       Que estatísticas lhe são oferecidas no seu painel? Conhecer as formas de pagamento mais habituais por país de origem ou a quantia, tem muito valor para conhecer o seu cliente melhor e poder adaptar o seu produto aos mesmos.

  •       Países em que opera e limitações

○       Em que mercados permite processar pagamentos? Existe alguma limitação? Certifique-se que pode cobrar a clientes dos seus principais mercados emissores.

○       Em que países pode entregar o dinheiro (settlement)? Confirme que pode trabalhar com a sua conta, no seu banco, no seu país e na sua moeda.

○       Exige algum volume mínimo anual de transações?

  •       Integração com o seu PMS e outras operações do hotel

○       Permite gerir as operações de cobrança a partir do seu PMS? É o lugar natural, já que passa o dia-a-dia no PMS.

○       Permite, pelo menos, informar quanto à forma de pagamento ou data de depósito do dinheiro (cash flow) no PMS? Toda a informação que automatize os seus processos de contabilidade e previsão de tesouraria ajuda.

  •       Relação qualidade-preço.

○       Quais são os custos de cada uma das operações: cobrança, validação e formas de pagamento alternativas? Tem custos fixos? Para lhe fazer uma proposta, irão solicitar-lhe uma estimativa de volume para cada uma destas operações (pode calcular o seu volume de venda não-reembolsável e o de tarifas flexíveis)

○       Lembre-se que este custo já o está a ter na forma como estão a cobrar no seu hotel. Portanto, não se trata de um custo novo, mas antes um custo que “transfere” do TPV físico para o online.

○       Lembre-se também que o custo varia muito segundo a transação. As transações internacionais são muito mais caras que as domésticas.

○       É importante também indicar que um processador de pagamentos pode ter aliança ou relação com o seu banco atual, o que lhe pode trazer sinergias como redução de custos em outras áreas do seu hotel não relacionadas com a venda online. Tenha em consideração todas estas variáveis na hora de tomar uma decisão.

  •       Evolução de produto

○       Quais são os seus planos para futuro? Que melhorias lhe irão trazer os próximos meses ou anos? Os pagamentos evoluem muito rápido e é crucial escolher um player dinâmico e proativo.

Conclusão

Nos próximos anos veremos uma grande evolução nos meios de pagamento passando de um mercado dominado pelos cartões de crédito para um ecossistema muito diversificado, complexo e em mutação, com uma multidão de formas de pagamento muito diferentes e muito vinculadas a dispositivos móveis.

As operações hoteleiras de cobranças e garantias terão de se adaptar ou irão perdendo competitividade à medida que as OTA incorporam todas estas melhorias. A norma PSD2 ou PCI são só sinais da mudança que vem a caminho e que nos deve fazer refletir para pormos mãos à obra.

Nada mudará no dia 1 de janeiro de 2021 (entrada em vigor do PSD2), mas não se relaxe, já que muito mudará a partir de 2021 em tudo o que se relacione com cobranças, e ignorá-lo não é uma opção. Para tomar a melhor decisão, primeiro deve instruir-se para saber fazer um exercício adequado que o ajude a comparar as diferentes alternativas. Assim que o tenha feito, tomar a decisão e implementá-la é parte mais simples